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Arquivo para: Outubro, 2005

Texto a 2

Out 05 30

Escrito por Luis Nabais @ 30/10/05 19:10 | 8 Comentários »

Ok basicamente isto é um pedido de ajuda. No inicio das férias recebi uma ideia da minha amiga Daniela que consistia em criar uma especie de diario ficticio em que 2 pessoas (um rapaz e uma rapariga) dia a dia contavam o que se passava nas suas vidas com a particularidade de (e isto é um pouco banal) ambas as vidas se cruzarem lentamente uma com a outra levando á inevitabilidade de uma relação entre os 2 personagens…

Eu fiquei com cerca de 5 ou 6 dias escritos mas infelizmente a minha “colega” diz que já não se sente capaz de escrever este texto (o que compreendo) mas eu gostava de poder continuar este projecto e possivelmente publicar em blog mas não tenho ninguém para o escrever comigo e tentar entrar na mente de uma rapariga está fora de questão pois sei que iria sair demasiado esterotipado da minha mão…

So any help’s welcomed

Drinkin for 11

Out 05 30

Escrito por Luis Nabais @ 30/10/05 16:10 | Sem Comentários »

Drinking for eleven,
That’s just what I do,
When I’m not with you,
My heart goes to bed

End of the bar,
That’s just where I’ll be,
Don’t try and come find me
Cause I’m already dead

With one eye tied
Upon the open road
I feel your presence
And I can’t let it go

It moves so slowly
As it creeps into my mind,
Steals every breath I have
And leaves my heart behind

Wanna know what you’re feeling
If your feeling alone
I wanna hear if you still care
The last time I remember you
Was the last time I wasn’t scared

When the nights start fading
And the mornin’ arrives
I wanna still feel you around
Will you creep into my head again
And pick me up off the ground
Once more and tell me
What you’re fighting for

Gotta try…gotta try for tomorrow
When you can’t see through to day
There’s nowhere left to stay

Sometimes I feel like
I’m out here all alone
Just one in million stuck
With no place left to go

The fear steps up to me
With every move that I make
Following close behind my soul
It wants to take

Mad Caddies – Drinkin for 11

Hitchhicker’s Guide To The Galaxy

Out 05 25

Escrito por Luis Nabais @ 25/10/05 23:10 | 4 Comentários »

Hitchhicker\'s Guide To The Galaxy “I refuse to prove that I exist,” says God, “for proof denies faith, and without faith I am nothing.”
“But,” says Man, “the Babel fish is a dead giveaway isn’t it? It could not have evolved by chance. It proves that you exist, and so therefore, by your own arguments, you don’t. Q.E.D.”
“Oh dear,” says God, “I hadn’t thought of that,” and promptly vanishes in a puff of logic.

Esta é uma das muitas passagens do livro Hitchhicker’s Guide To The Galaxy que muito recentemente viu a sua adaptação ao cinema. E é precisamente desta adaptação que eu venho aqui hoje falar, mais concretamente da forma como fiquei chocado pela mesma.

Mas vamos a um pouco de background: Hitchhicker’s Guide To The Galaxy foi originalmente uma de 5 séries de rádio que foram transmitidas na BBC salvo erro na década de 80 e que posteriormente foram convertidas em livro tornando-se naquilo que eu poderia facilmente apelidar da bíblia do humor nonsense.

O Livro conta-nos a história de Arthur Dent, um simples descendente de macaco que acorda numa quinta-feira para descobrir que o menor dos seus problemas era a ponte de auto-estrada que a câmara municipal queria construir sobre a sua casa. O que ele estava prestes a descobrir é que o seu melhor amigo, Ford Perfect, é na realidade um extraterrestre dum pequeno planeta nos arredores de Betelgeuse e que o concelho interestelar está prestes a demolir a Terra para abrir caminho para uma ponte de uma auto-estrada interestelar. Tudo isto desencadeia uma sucessão de eventos que nos levam a descobrir uma pequena parte deste universo “incrível” saído da mente de Douglas Adams.

Cheio de teorias “existencialistas” recheadas de humor o livro é uma óptima leitura para toda a gente que gosta de humor mas obviamente que apenas recomendo ler a versão original (que em Portugal pode ser obtida na fnac), a chamada “triologia de cinco” composta por:

  • The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy
  • The Restaurant at the End of the Universe
  • Life, the Universe, and Everything
  • So Long, and Thanks for All the Fish
  • Mostly Harmless

Não se deixem enganar pelo chamado Movie Tie-In que se encontra á venda na maioria das livrarias e supermercados por esse pais fora visto que este foi alterado para conjugar com as visões capitalistas de Hollywood.

Passando então ao comentário ao filme propriamente dito: eu simplesmente odiei-o! Odiei o filme com todos os meus neurónios literários visto simplesmente não conseguir encaixar a história nos livros! Foram piadas alteradas para supostamente serem mais cinematográficas até ao exagero de criar novos personagens de forma a dar uma pitada de sentido ás alterações que foram feitas! Para mim o filme é o perfeito exemplo do que NÃO fazer ao adaptar uma obra literária ao cinema pois cederam á tentação de aparentemente conjugar os 5 livros num filme resultando numa mistura estranha que só é aceitável por aqueles que nunca leram os livros… O inicio do filme até está bastante interessante compreendendo-se as ligeiras alterações feitas mas assim que se atingem os cerca de 15/30min do filme as alterações começam a ser de tal forma gigantescas que qualquer leitor fica confuso não conseguindo encaixar o que vê no que leu… foi assim que me senti.

Resumindo e concluindo: se gostaram do filme leiam os livros e garanto-vos que não vão ficar calados quando o reverem, se ainda não o viram recomendo que não leiam antes de o ver ou acabaram por ter o filme, que segundo o que me tem sido dito é muito bom (apesar de eu o ter abominado no meu papel de leitor), completamente estragado.

Depois da adaptação bastante positiva do senhor dos anéis nunca esperaria algo deste tipo para o Hitchhicker’s Guide To The Galaxy mas não se pode ter tudo…

The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy @ wikipedia

Chocante

Out 05 23

Escrito por Luis Nabais @ 23/10/05 11:10 | 10 Comentários »

Ok sei que isto não é nada de especial mas no entanto considero-o chocante.

Na Última quinta-feira estava eu na escola e como habitualmente tive o meu furo de hora e meia e decidi ir para a biblioteca estudar. Até aqui tudo normal mas mal entro, começa a notar-se a decadência da minha escola. Mal passo a porta a bibliotecária vira-se para mim e avisa-me que não há electricidade por isso não há luz. O quadro para variar fora desligado com medo de curto-circuitos fruto da chuva que facilmente se infiltra nos telhados da escola. Basta passar nos corredores do primeiro piso da escola para ver vários baldes espalhados para apanhar as pingas que caiem do tecto. Pior: entrei na escola há sensivelmente 3 anos e alguns meses e nos últimos 3 anos foram feitas obras para corrigir o problema… Obras que demoraram 3 anos e que não corrigiram o problema!

Sento-me então junto á janela com o livro de Química na mão e tento estudar um pouco com a ténue luz de uma manhã chuvosa de Outono. Mal levanto a cabeça para olhar em redor vejo num canto os Computadores velhos da biblioteca (Pentium 133Mhz oferecidos a todos as escolas há mais de 5 anos) desmontados e prontos a serem despachados, no lugar que estes habitualmente ocupavam podem ver-se computadores novos de caixa preta com riscas vermelhas capazes de humilhar a minha pobre caixa preta que tenho em casa… Mais: existe no piso inferior uma sala cheia de computadores “novos” (PIV 2.8, 2004) … E não, a sala de TIC é ao lado desta e tem computadores iguais logo há pelo menos 5 ou 6 computadores que não são usados!

No entanto apesar disto tudo continua a chover dentro dos corredores e sempre que chove desligam-se os computadores, as luzes, e tudo o mais que use electricidade porque o telhado não foi arranjado e pode literalmente queimar a escola e não só dinheiro. Isto, meus amigos, é Portugal!

PS: A minha escola é em Lisboa e encontra-se a menos de 1min a pé do Instituto Superior Técnico…

Via Telemovel

Out 05 19

Escrito por Luis Nabais @ 19/10/05 23:10 | 9 Comentários »

Tal como o titulo do post indica a partir de agora é possivel visitar o meu blog via telemovel de 2ª geração e meia ou superior…

Como é isto possivel? Muito simplesmente graças ao poder da especificação XHTML MP (Mobile Profile) e ao CSS 2.0 que me dá a possibilidade de defenir diferentes folhas de estilo (CSS) para diferentes tipos de dispositivo. O proximo passo agora será criar uma forma de imprimir os textos do meu blog de forma legivel (mantendo a marca da licenca CC).

Para quem não sabe o que é um telemovel de 2ª Geração e meia é muito simples: tem ecrã a cores, nada mais simples HEHE.

E por fim fica uma imagem tirada no Opera que emula bem como será visivel num telemovel Nokia:

Blog para telemoveis e pdas

PS: Os comentarios via telemovel estão desactivados e a barra mais escura no cabeçalho do meu blog visto no PC é para google AdSense em breve se tudo correr bem…

Pixel Art Isométrica

Out 05 18

Escrito por Luis Nabais @ 18/10/05 23:10 | 14 Comentários »

Ok pediram e eu acedi e portanto fica aqui o meu simples tutorial sobre Pixel Art. Espero que não fiquem desapontados visto os meus conhecimentos ainda serem muito básicos e a própria arte de trabalhar com pixeis é algo que tem mais de treino do que de aprendizagem tradicional mas vamos lá aos básicos…

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Agradecimento

Out 05 17

Escrito por Luis Nabais @ 17/10/05 22:10 | 8 Comentários »

Bem tou pasmado mas tenho mesmo de colocar esta pequena nota de agradeçimento ao Visitante X pela referençia que fez ao meu PixProject na sua página e prometo para muito breve retribuir com o meu tutorial sobre Pixel Art…

Mas o que me pasmou não foi apenas a menção mas a quantidade de links de entrada que dela advieram, da minha lista de páginas de entrada dos últimos 2 dias (aproximadamente) mais de 50% dos links de entrada provêm da página do Visitante X.

E falando em mais estatísticas inovadoras e agradáveis do meu blog é com orgulho que informo que o uso de Firefox já atinge os 55% dos meus visitantes e o Opera 1% deixando o IE para uns míseros 43%… Posso finalmente ficar descansado porque a maioria dos meus visitantes já consegue visualizar a 100% o layout da minha pagina…

Coming up next: Pixel Art Tutorial (I hope)

BlogoEsfera

Out 05 17

Escrito por Luis Nabais @ 17/10/05 11:10 | 5 Comentários »

O que é a BlogoEsfera? Ou melhor: o que foi? Actualmente (ou até há bem pouco tempo) muita gente teimava em referenciar esta BlogoEsfera quando se queria referir a algo derivado dos muitos blogs existentes em Portugal no entanto eu nunca observei ninguém actualmente definir o que é para eles a BlogoEsfera.

Começarei então por definir o que creio ser visto como BlogoEsfera para estas pessoas: Uma comunidade que se cria em torno dos vários blogs nacionais existentes em Portugal e que se manifesta através de comentários entre si e posts a comentar outros de demais “membros” desta esfera… Calculo que esta definição esteja muito perto daquilo que o leitor casual vê como BlogoEsfera no entanto discordo da mesma (se bem que não na totalidade).

Se por um lado é verdade que aquela é uma boa definição de BlogoEsfera dei comigo a entrar num outro mundo, no que diria eu ser uma mais correcta definição de BlogoEsfera uma vez que era uma verdadeira comunidade. Uma comunidade que encontrei já em decréscimo mas uma verdadeira comunidade. Falo do fórum PTBloggers e do #blogger na PTnet, pontos de encontro de bloggers novos e experimentados onde podíamos obter comentários sérios ao nosso blog bem como criticas e sugestões para o nosso design e conteúdo.

Ambos estes locais encontram-se agora abandonados em detrimento da comunidade fácil do comentário ocasional que em nada leva para uma real coesão da mesma restando somente um grupo de pessoas que tem como coincidência os gostos que descreve nos seus blogs.

Espero que não levem a mal esta minha opinião no entanto sempre fui levado a acreditar que um blog não é mais que uma mera evolução das paginas pessoais ao contrario da evolução das antigas Mailling Lists que tomaram a forma actual de Fóruns, ambos têm o seu espaço: os primeiros como locais de expressão de opiniões pessoais de um determinado individuo e os segundos como locais de discussão de diferentes ideias e opiniões.

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